Archive for the ‘Poemas’ Category

O homem que pode!

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O homem que pode!

 

Quando eu bebia, fumava e fudia,

Era um homem que podia!

 

Hoje, não bebo, não fumo e não fodo

E sou rejeitado por todos!

 

Mas vou voltar a beber, a fumar e a fuder

Que é pra todo mundo ver

Que o homem que bebe, que fuma e que fode,

 

É um homem que pode!

 

O Conversas de Buteco é CONTRA qualquer tipo de vício! Principalmente, CIGARRO, ÁLCOOL EM EXCESSO E OUTROS TIPOS DE DROGAS!

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Enviado por Jorginho Aguiar via MSN!

“Fé”

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A gente só percebe que Deus existe quando não precisa mais dele.
Chegando em casa, madrugada, após mais uma noite num bar, com as mesmas pessoas, a mesma cerveja, o mesmo cansaço e a vida.
“Havia tristeza, orgulho e audácia.” Clarice Lispector.
É preciso. Dor e solidão.
A alegria plena, extasiada, completa, que enche bochechas e dentes, que incha, sem o menor brilho, não me interessa.
Vive perto da ignorância vazia.
Não a ignorância sutil, inocente, que nos surpreende. Mas a que faz o caminho dos que se perderam na submissão.
Aquela que esconde de si mesma os sentimentos e orgulhos. E do mundo.
É preciso. Saber rir. Fazer rir. Com humor quente e sorriso simples.
Sem a frigidez de quem ri de tudo sem esquentar a garganta.
É preciso. Dar o nó. No sapato, na gravata e no paletó. Mas principalmente na garganta.
Quem não tem nó na garganta, com nada, se espanta.
É preciso. O canto sôfrego de amor e desejo. Esbarrando nas quinas.
“Quem é que tem pudor quando gosta?” Alaíde, Vestida de Noiva. Nelson Rodrigues.
O homem É o lobo do homem.
Se faz triste e se faz feliz.
Se faz velho e se faz menino.
Faz carroça e faz carruagem.
Faz tatuagem e faz engrenagem.
Faz-se vida e faz-se morte.
A gente, só percebe…
Que Deus existe… impreciso.
O homem é o Deus do homem.
Fé.

Raphael Vidigal

Fonte: Caminhos dos Excessos

Poesia dos Boemios e Poetas

” Não basta querer dizer ou inventar
Tem que fazer e acreditar,
Com olhos e sorrisos,
Sempre em busca do novo,
Chegamos aonde muitos não acreditavam,
Poetas,Boemios sempre juntos,
Compartilhando a noite,
Tanto fria, quanto chuvosa,
Não abandonamos o barco,
Precisamos de pouco para fazermos muito,
Com apenas palavras,
Conseguimos segurar nosso publico,
Não precisa ter ritmo ou graça,
Apenas vir do fundo do coração,
Que a boemia seja eterna,
Para que tenhamos muitos
Poetas vivos”

BigãoCarrara 662287